

O milho, da mesma forma que a mandioca, era a base da alimentação do índio Guarani, consumindo o verde, que eles chamam de “choclo”, assado na brasa do fogo de chão. Também ralam os grãos das espigas ainda verdes, e da pasta que se forma, fazem uma espécie de polenta. Também ralam as espigas maduras de cuja farinha fazem uma espécie de bolo que chamam de pão.
Os imigrantes alemães, italianos e poloneses, que chegaram na região no início do século XX, tiveram no milho o principal alimento, consumido em forma de polenta ou pão de milho. Em cada linha (comunidade) que se formava, uma das primeiras indústrias que surgia, senão a primeira, era o moinho de pedra, movido a água, para moer o grão de milho.
Molho bechamel: Ferver o leite com a cebola, o louro e o cravo. Derreter a manteiga, acrescentar a farinha, mexer rapidamente. Cozinhar sem tomar cor, juntar o leite mexendo continuamente sem deixar formar grumos. Condimentar com noz-moscada, sal, 2 colheres de caldo de galinha e cozinhar por 30 min. Suflê: Levar ao fogo o molho bechamel, aquecendo-o bem. Diluir o amido no leite, juntar as gemas e misturar bem. Adicionar a mistura ao bechamel, mexendo sempre, acrescentar o milho já refogado e as claras em neve, misturando delicadamente. Condimentar com sal e noz-moscada a gosto. Colocar em formas untadas, polvilhar com farinha de rosca e assar no forno por aproximadamente 30 min. Sirva logo em seguida.
